terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Ao ébano


Por enquanto, nada tenho a dizer a não ser o simples e sincero obrigada pela noite ilustrada. O relembrar da infância ao assistir Cinema Paradiso, a batata recheada de frango e carne moída, a volta do Madrugão sem ouvir piadinhas sem graça dos que ali rodeiam, as boas músicas que não foram cantadas, o observar a cidade da janela lateral do meu quarto de dormir, o vinho, o sono, o descanso, o frio, o calor, o café da manhã... E não te esqueças que ainda me deves O mundo é um moinho, de Cartola. E, como diria Humberto Gessinger, "o teu maior defeito talvez seja a perfeição, tuas virtudes talvez não tenham solução".

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